Construir e orquestrar um ambiente favorável para a mobilização de capital nacional e internacional voltado à Adaptação e Resiliência climática no Brasil — alinhada ao Plano Nacional de Adaptação (PNA) e às metas da COP30.
3
Barreiras principais
6
Caminhos sugeridos
5
Alinhado aos anos de agenda da Ação (AG 20&21).
O Brasil precisa mobilizar capital em escala para responder aos eventos climáticos extremos e proteger setores estratégicos da economia. A Coalizão articula o setor público, o mercado financeiro, o setor privado e especialistas em Adaptação & Resiliência (A&R) em torno de uma agenda comum, conectada ao PNA e ao Plano Clima.
A Adaptação e Resiliência (A&R) ainda é uma agenda emergente nos mercados financeiros. A assimetria de informação, a percepção de risco-retorno e a falta de métricas padronizadas seguram a entrada de capital privado em projetos com retorno socioambiental relevante para territórios e setores vulneráveis.
A Coalizão Brasileira de Investimento em Resiliência Climática nasce como um espaço de diálogo multi-stakeholder — multidisciplinar e orientado a resultados — para transformar essa percepção, qualificar oportunidades bancáveis e apoiar a criação de veículos financeiros aderentes a diferentes perfis de risco e retorno.
Como um programa da Aliança pelo Impacto, a Coalizão integra a estratégia nacional de mobilização de capital para o impacto, somando-se à atuação em advocacy, conhecimento e comunicação que a Aliança desenvolve desde 2014.
A Coalizão é parte do roadmap global co-liderado com o GSG Impact em parceria com o UNPRI — uma agenda de cinco anos para destravar capital privado em economias emergentes, com foco em adaptação e resiliência climática.
Identificação das principais barreiras à mobilização de capital privado.
Constituição da governança multi-stakeholder.
Encontros temáticos por setor priorizado.
Participação nos Activation Groups 20&21.
Endereçamos seis barreiras centrais — identificadas no diagnóstico que originou a Coalizão — para destravar investimento em adaptação e resiliência climática no Brasil.
Falta de dados, métricas e cases bem qualificados sobre oportunidades de A&R que atendam à análise de risco do mercado financeiro.
Investimentos em adaptação são percebidos como incertos e de retorno difuso, dificultando sua qualificação para análise de risco e avaliação econômica.
Ambiente normativo ainda em construção, com pouca padronização de métricas, taxonomias e marcos para A&R.
Escassez de agregadores de oportunidades e plataformas que estruturem projetos de A&R em escala investível.
Poucos instrumentos desenhados para diferentes perfis de risco-retorno em adaptação, com mecanismos de blended finance ainda incipientes.
Ausência de fóruns contínuos que aproximem governo, mercado de capitais, setor privado e especialistas em adaptação climática.
Promover o diálogo contínuo entre setor público, mercado de capitais, setor privado e especialistas para alinhar percepções de risco e retorno em A&R.
Padronizar métricas e qualificar resultados de adaptação e resiliência para análise de risco e avaliação econômica — hoje percebidos como incertos.
Apoiar o governo na promoção de agregadores de oportunidades bancáveis e plataformas digitais como a BIP — Brazil Investment Platform e iniciativas investíveis do PNA.
Apoiar a criação e implementação de veículos de financiamento que atendam a diferentes perfis de risco-retorno em adaptação e resiliência climática.
A Coalizão adota um modelo enxuto de governança — orientado a entregas — articulando lideranças do mercado financeiro, do setor público, do setor privado e da rede de especialistas em A&R.
Direção estratégica conjunta da Aliança pelo Impacto com o GSG Impact, no escopo internacional da agenda COP30.
Estrutura operacional responsável pela condução das sessões de diálogo, da agenda temática e da articulação entre os stakeholders convidados.
Comitê de Engajamento por representantes-chave de cada um dos públicos da Coalizão, com mandato de orientar prioridades, validar entregas e ampliar o alcance da agenda.
A Coalizão articula quatro grupos de stakeholders, conectando atores com diferentes papéis na mobilização de capital para A&R no Brasil.
Pesquisadores, institutos e organizações com conhecimento técnico aplicado em adaptação climática e estudos de impacto setorial.
Ministérios, secretarias e órgãos responsáveis pela implementação do PNA, do Plano Clima e da BIP — Brazil Investment Platform.
Bancos, gestores de ativos, investidores institucionais e DFIs interessados em estruturar capital para adaptação e resiliência.
Empresas com exposição direta aos riscos climáticos e protagonismo na implementação de soluções de A&R em suas cadeias.
A atuação da Coalizão é organizada em torno de quatro frentes setoriais, escolhidas pela centralidade econômica e pela urgência da agenda de adaptação no Brasil.
Adaptação de sistemas produtivos e cadeias agropecuárias aos eventos climáticos extremos — secas, ondas de calor e mudanças no regime de chuvas.
Investimentos em infraestrutura resiliente — energia, mobilidade, logística — com critérios de adaptação incorporados desde a concepção.
Gestão integrada de bacias, saneamento e segurança hídrica em territórios sob estresse climático e demográfico crescente.
Cidades, comunidades e territórios vulneráveis — incluindo respostas a eventos como o desastre climático do Rio Grande do Sul em 2024.
A Coalizão se reúne em sessões temáticas focadas nas barreiras e caminhos identificados — começando pela redução da assimetria de informação e da percepção de risco-retorno.
Em 2026 a Coalizão se concentrará na redução da assimetria de informação e da percepção de risco-retorno em investimentos voltados à Adaptação e Resiliência, e na priorização das barreiras críticas e dos caminhos prioritários em cada uma das frentes setoriais.
Definição da pauta, dos stakeholders convidados e dos materiais de apoio.
Encontro multi-stakeholder com regras claras de Chatham House e foco em entregas.
Memória do encontro, recomendações e desdobramentos publicados no repositório da Coalizão.
A Coalizão participa dos Activation Groups 20&21 e contribui com a Agenda de Ação de 5 anos lançada na COP30 — articulando o ecossistema brasileiro de impacto à agenda global de Adaptação e Resiliência.
A Coalizão é a contribuição brasileira ao COP30 Roadmap for Private Capital Mobilisation — uma agenda de cinco anos para destravar capital privado em economias emergentes, com foco em adaptação e resiliência climática.
Repositório vivo de conteúdo sobre A&R — referências públicas que sustentam a agenda da Coalizão.
Comitê Interministerial liderado pelo MMA
Acessar → Políticas públicasComitê Interministerial liderado pelo MMA
Acessar → Mercado & capitalAliança pelo Impacto & GSG Impact
Acessar → AcademiaMorphosis e FGV EAESP et al
Acessar → AcademiaFrancisca Letícia Ferreira
Acessar → Mercado & capitalMorgan Stanley Institute for Sustainable Investing
Acessar → Mercado & capitalBain & Company e BNDES
Acessar → Estudos setoriaisWRI Brasil
Acessar → Estudos setoriaisWRI
Acessar → Políticas públicasInstituto Talanoa
Acessar →